Cyberbullyng: Quando a violência é virtual.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Um ano depois, pai
relata suicídio da filha após cyberbullying
3 abril 2014
Um
ano após o suicídio da filha, vítima de cyberbullying, o canadense Glen Canning
falou à BBC sobre as circunstâncias de sua morte e sobre sua luta para que
crimes cometidos online não fiquem impunes.
O caso da
jovem Rehtaeh Parsons, de 17 anos, que se enforcou em abril do ano passado após
meses de assédio e ofensas pela internet, causou comoção nacional e motivou a
aprovação de uma lei na província canadense de Nova Scotia para punir este tipo
de crime.
O Estado
também é o único do país a ter criado a primeira unidade de polícia que cuida
exclusivamente de queixas de cyberbullying.
Dois anos
antes de tirar a própria vida, Rehtaeh havia sido abusada sexualmente por
quatro jovens que fotografaram o episódio e postaram imagens nas redes socais.
O assunto
rapidamente ganhou os corredores da escola da jovem, que começou a ser xingada
e a receber ameaças por meio de torpedos e de seus perfis nas redes sociais.
"Foi
uma bomba e ela nunca conseguiu se recuperar", diz o pai.
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